As 5 melhores cordas de nylon para violão
Comparamos cinco jogos de cordas de nylon populares no mercado brasileiro, avaliando qualidade de fabricação, consistência e custo-benefício. A lista vai do mais recomendado ao mais básico.
Analisamos duas linhas internacionais da D’Addario e duas nacionais da Giannini, além de uma opção genérica de entrada, para ajudar você a escolher o encordoamento certo para o seu violão.
- Marca internacional lidera A D’Addario Student Nylon EJ27H ficou em primeiro por qualidade de fabricação e projeção sonora.
- Opções nacionais competitivas As linhas Giannini Clássico e Canário oferecem ótimo custo-benefício sem perder qualidade.
- Genéricas variam mais Marcas de entrada como a Rvvnm têm preço baixo, mas qualidade menos consistente entre lotes.
1. D'Addario Student Nylon EJ27H
Tensão alta
Controle de qualidade rigoroso e tensão alta que entrega mais volume e projeção, ideal para quem já tem firmeza nos dedos.
- Fabricação internacional consistente
- Boa projeção e volume sonoro
- Durabilidade acima da média
- Exige mais firmeza dos dedos
- Mais tensão no braço do instrumento
2. D'Addario Student Nylon EJ27N
Tensão normal
Mesma linha de fabricação da EJ27H, com tensão normal que favorece o conforto ao tocar.
- Fabricação confiável da D’Addario
- Mais confortável para iniciantes
- Boa relação custo-benefício
- Menos projeção que a versão de tensão alta
3. Giannini Clássico GENWPM
Bordões em bronze 65/35
Bordões em bronze 65/35 prateado e primas em nylon cristal, resultando em som puro e tensão equilibrada.
- Som puro e cristalino
- Tensão equilibrada, nem leve nem pesada
- Ótimo custo-benefício nacional
- Projeção um pouco abaixo das importadas
4. Giannini Canário GENWB
Cobre prateado
Uma das linhas mais tradicionais da Giannini, com núcleo em nylon revestido de cobre prateado e terminação em bolinha.
- Preço acessível
- Tradição e disponibilidade no mercado
- Boa durabilidade
- Revestimento mais simples que o bronze da GENWPM
- Timbre um pouco menos refinado
5. Rvvnm Cristal c/Bolinha Cobre/Prata
0.028-0.043
Marca genérica/importada, tensão média, com terminação em bolinha e preço bastante acessível.
- Preço muito baixo
- Boa opção para testar sem investir muito
- Qualidade inconsistente entre lotes
- Menor durabilidade e refinamento sonoro
O que avaliamos em cada encordoamento
- Qualidade de fabricação
Consistência entre lotes e reputação da marca no mercado.
ProcurarMarcas com controle de qualidade reconhecidoEvitarLotes sem procedência clara - Tensão e tocabilidade
Equilíbrio entre conforto para os dedos e projeção sonora.
ProcurarTensão compatível com seu nível de experiênciaEvitarTensão muito alta para iniciantes - Revestimento e timbre
O material dos bordões influencia diretamente o brilho e a pureza do som.
ProcurarBronze 65/35 ou cobre prateado de boa procedênciaEvitarRevestimentos que oxidam rápido - Custo-benefício
Relação entre preço e durabilidade/qualidade sonora.
ProcurarPreço compatível com a qualidade entregueEvitarPreço muito baixo sem garantia de procedência
Qual a diferença entre a EJ27H e a EJ27N da D'Addario?
Ambas são da mesma linha Student Nylon, mas a EJ27H tem tensão alta, o que gera mais volume e projeção, enquanto a EJ27N tem tensão normal, mais confortável para iniciantes.
Encordoamento nacional é pior que importado?
Não necessariamente. A Giannini GENWPM, por exemplo, oferece ótima qualidade sonora e custo-benefício, ficando bem próxima das opções importadas em desempenho.
Vale a pena comprar encordoamento genérico como a Rvvnm?
Pode ser uma boa opção de entrada ou para testar o instrumento, mas a qualidade varia entre lotes. Para uso frequente, marcas com controle de qualidade mais rigoroso costumam durar mais.
Resumo do ranking
- EJ27H: melhor geral
- EJ27N: melhor para iniciantes
- GENWPM: melhor nacional
- GENWB: tradicional e acessível
- Rvvnm: opção econômica de entrada
A D’Addario Student Nylon EJ27H lidera por qualidade e projeção, seguida de perto pela EJ27N. As opções nacionais da Giannini oferecem ótimo custo-benefício, enquanto a Rvvnm fica como alternativa econômica de entrada.